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Assunto
abordado: Padrão
Paralelo Bitronics - IEEE 1284 |
| A
norma 1284 foi desenvolvida pelo Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos dos Estados
Unidos (IEEE),
para otimizar a comunicação paralela criada e denominada como padrão
Centronics entre o computador e equipamentos
de fluxo bidirecional, permitindo níveis mais
complexos e rápidos de transmissão e controle através das portas paralelas de alta
velocidade (ECP), proporcionando taxas até 10 vezes mais rápidas que o padrão
paralelo comum, sem as constantes falhas de comunicação típicas entre computador e
periférico. Os cabos IEEE 1284 são essenciais para o correto funcionamento de
impressoras BIDIRECIONAIS BITRONICS, SCANNERS e outros equipamentos que possuem ECP e
reconhecem a norma IEEE-1284.
O
método de sinalização é usado para suporte de barramento de impressora
paralela bidirecional e especifica uma interface física e elétrica. O
padrão 1284 define dois níveis de interface. A interface Nível I é
para dispositivos que necessitam de capacidade de modo reverso mas não
operam a alta velocidade. O interface de Nível II é tanto para
comunicação bidirecional quanto para alta velocidade.
O padrão 1284 também define conectores para
uso na interface paralela. O conector DB25 de 25 pinos é definido como
conector Tipo "A". O conector "Telco" 36, 36 condutores, 2,2 mm
"Champ" ou "Centronics" é centralizado com trava é
definido com conector Tipo "B". O conector Tipo "C" é
um mini conector "Champ" centralizado de 36 contatos, 1,3 mm com
presilhas.
O cabo tem
características especiais de construção, tais como : dupla blindagem (uma em fita
e outra metálica), torção dos fios internos, capacitância, impedância, nível de
cross-talk , etc... todos normalizados.
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O padrão IEEE 1284 especifica
que:
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Cada sinal e retorno de terra
deve ter uma impedância característica de 62±6 ohms na faixa de
freqüência de 4 a 16 MHz.
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A diafonia (crosstalk) não deve
ser maior que 10%
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O cabo deve ter malha de
blindagem sobre folha com cobertura ótica de 85% no mínimo.
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A blindagem do cabo deve estar
conectada à parte de trás do invólucro do conector usando um método 360°
concêntrico.
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Cabos montados compatíveis
devem ter a marca: "IEEE Std. 1284-1994 Compliant."
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Todos os sinais trafegam em par
trançado com a linha do sinal trançada em seu retorno de terra.
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DB25 Fêmea |
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Centronics Macho |
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Micro
Centronics |
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DB25 Macho |
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DB25 Macho |
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Assunto
abordado: Padrão
Serial RS232 |
| O RS-232 é um
padrão desenvolvido pela Associação das indústrias Eletrônicas (Electronic
Industries Association - EIA) e ITU V.24/V28, partes interessadas em
especificar a interface serial entre equipamentos de terminal de dados
(Data Terminal Equipment - DTE) e equipamentos de comunicação de dados
(Data Communications Equipment - DCE). O padrão RS-232 inclui características
do sinal elétrico (níveis de tensão), características de interface
mecânica (conectores), descrição funcional de circuitos interligados
(a função de cada sinal elétrico) e alguns tipos comuns de conecções
terminal para modem. A revisão mais freqüentemente encontrada nesse
padrão é chamada RS-232C. Partes desse padrão tem sido adotada (com vários
graus de fidelidade) para usar em comunicações seriais entre
computadores e impressoras, modems e outros equipamentos. As portas
seriais do padrão IBM- PC seguem a RS-232C.

Sinais:
A RS232 possui dois sinais de comunicação sendo o Tx aquele que envia
e o Rx o que recebe. O nível do diferencial binário é comparado com a
tensão do terceiro sinal GND.
Há outros sinais que podem ser utilizados para controle do fluxo
e dos pontos da comunicação. Veja ao lado.
Número
max de equipamentos:
2 em uma conexão ponto a ponto.
Distância
Max.:
Até 50 metros para pontos energizados
Cabeamento RS-232
Dispositivos que usam cabos serial para sua comunicação são divididos
em duas categorias: Equipamentos de comunicação de dados (Data
Communications Equipment - DCE) e Equipamentos de dados terminal (Data
Terminal Equipment - DTE). DCE são dispositivos como modem, plotter,
etc., enquanto DTE são computadores ou terminais. A porta serial RS-232
vem em geral com conectores tipo Delta com 25 pinos (DB-25) e tipo Delta 9
pinos (DB-9). Ambos os conectores são machos no computador, assim, é
preciso um conector fêmea no dispositivo.
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PINAGEM RS 232 STD/V24
conector DB25
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1 GND -Protective Ground
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2 TX - Transmit
Data
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3 RX - Receive
Data
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4 RTS - Request to Send
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5 CTS - Clear to Send
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6 DSR - Data set Ready
-
7 GND - Signal Ground
- 8 DSL- Receive Line Signal
-
9 + - Voltage +
-
10 - Voltage -
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12 SLS - Second Receive
Line
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13 SCS- Second Clear to
Send
-
14 STS- Second Transmit
Data
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15 DCTS- DCE Tx clock
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16 SRD - Second Receiv.Data
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17 RST- Receiver Rx
clock
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19 SRTS - Second Request
to Send
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20 DTR - Data Terminal
Ready
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21 SQD - Signal Quality
Detect
-
22 RING - Ring Indicator
-
23 DSRS- Data Siganl
Rate Detect
-
24 DTSE- DTE Tx Signal
clock
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DB25 Fêmea |
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DB25 Macho |
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DB9 Fêmea |
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DB9 Macho |
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Assunto
abordado: Padrão
Serial RS422 e RS485 |
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RS-422/423
- define uma interface balanceada, mas não define
um conector físico. Fabricantes que aderiram a este padrão usam muitos
conectores diferentes, incluindo os terminais de parafusos, DB9, DB25
com pinagem não padronizada, DB25 com padrão RS-530 e DB37 com padrão
RS-449. O RS-422 é comumente usado em comunicações ponto a ponto
realizadas por um driver dual-state. As transmissões podem ir a grandes
distâncias e altas velocidades.

Características gerais:
Sinais:
A RS422 possui sinais de comunicação Tx+, Rx+, Tx- e RX-, sendo o Tx
aquele que envia e Rx o que recebe. O modo de transmissão é por
diferencial elétrico. Pode utilizar outros sinais para controle.
Número
max de equipamentos:
10 em uma conexão de barramento único.
Distância
Max.: Até 1200
metros para o último ponto.
RS-449 - Especifica o
padrão de pinagem para RS422/423 com conectores DB9 e DB37.
RS-530 - Especifica o
padrão de pinagem para interfaces balanceadas como a RS422 para
conectores DB25.
RS-485
- é semelhante ao RS-422, exceto pelo fato dos
drivers associados serem tri-state e não dual-state. Pode ser utilizado
em aplicações multiponto em que um computador controla muitos
dispositivos diferentes. Até 64 dispositivos podem ser conectados com o
RS-485.
Sinais:
A RS485 possui sinais de comunicação Tx+/Rx-, Tx-/ RX+, sendo o Tx
aquele que envia e o Rx o que recebe. O modo de transmissão é por
diferencial elétrico. Pode utilizar outros sinais para controle.
Número
max de equipamentos:
32 em uma conexão de barramento único.
Distância
Max.: Até 1200
metros para o último ponto.
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DB25 Fêmea |
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DB25 Macho |
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DB9 Fêmea |
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DB9 Macho |
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Assunto
abordado: Padrão Ethernet
obs: ** SENDO COMPLEMENTADO* |
| O protocolo de comunicação
de dados Ethernet foi
desenvolvido na decada de 70 pelo centro de pesquisa da Xerox nos
Estados Unidos, sendo padronizado em 1983 pela IEEE (norma 802.3).
Devido à sua grande popularidade em aplicações de rede foram
desenvolvidos novos padrões em busca de maior largura de banda como
Fast Ethernet 100BaseT , Gigabit 1000BaseT e 10Gigabit, proporcionando
maiores velocidades.
O
protocolo permite a interconexão de usuários, compartilhamento de
dispositivos comuns entre eles e acesso remoto a varios tipos de
controles de automação. Originalmente sua tecnologia era half duplex e
topologia BUS, sendo o acesso controlado pelo CSMA/CD, onde cada
dispositivo percebe a linha ociosa e passa e tranferir os dados.
Características gerais:
- IEEE 802.3 10 Base 2
- Normas
para cabeamento Ethernet "cheapernet" (coaxial fino), com sinal de 10 Mbps e
distância máxima de 185 metros por segmento de cabo.
- IEEE 802.3 10 Base T
- Normas
para cabeamento Ethernet par-trançado (LAN), com sinal de 10 Mbps utilizando hub para
conexão entre os segmentos de cabo.
- CATEGORIA 3: Características e padrões de
desempenho para cabeamento e conexões adotadas em transmissões de dados e voz na
velocidade de até 10 Megabits por segundo (Mbps).
- CATEGORIA 4: Características e padrões de
desempenho para cabeamento e conexões adotadas em transmissões de dados e voz na
velocidade de até 16 Mbps.
- IEEE 802.3 10 Base Tx
- Normas
para cabeamento Ethernet par-trançado (LAN), com sinal de 100 Mbps utilizando hub para
conexão entre os segmentos de cabo.
- CATEGORIA 5: Características e padrões de
desempenho para cabeamento e conexões adotadas em transmissões de dados e voz na
velocidade de até 100 Mbps.
- CATEGORIA 5e: Uma
melhoria das características dos materiais utilizados que permitiu um
melhor desempenho nos cabeamentos e conexões 100 Mbps.
- CATEGORIA 6/ 6e: Características
e padrões em desenvolvimento para desempenho nos cabeamentos e conexões
a 1000 Mbps até 10.000 Mbps.
Sinais:
CATEGORIA 5e
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- Last rev.:
02/01/2009
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